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INDÚSTRIA 4.0

SETOR MOVELEIRO

Como as fábricas de móveis estão se adequando ao novo modelo.

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NOTÍCIAS

Os desafios e as vantagens da Indústria 4.0 no setor moveleiro.

Desde o processo de implantação, a adaptação e a plena utilização das ferramentas e tecnologias, os obstáculos iniciais deverão ser analisados com bastante cautela. Os fornecedores das tecnologias que desenvolvem, implantam e prestam suporte, podem ter a chave para uma experiência positiva e rentável no menor tempo possível.

Acompanhe algumas informações a seguir:

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OS 5 PRINCIPAIS DESAFIOS DA MIGRAÇÃO PARA A MANUFATURA INTELIGENTE

Conheça os principais obstáculos na introdução de processos produtivos automatizados na fabricação de móveis. Leia mais...

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1- INTERRUPÇÃO DURANTE A IMPLEMENTAÇÃO

Processo de transição que compreende o conceito de Indústria 4.0. Novas ferramentas potencializam uma conexão de alto nível entre máquinas e pessoas. Leia mais...

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2- FALTA DE INTEGRAÇÃO ENTRE OS SISTEMAS PODE ATRAPALHAR A MIGRAÇÃO

Cada vez mais, fábricas estão tornando-se mais inteligentes com avanço da Indústria 4.0. Com isso, a integração de sistemas torna-se primordial para otimização dos processos de produção. Leia mais...

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3- CONHECIMENTO POR PARTE DOS EMPRESÁRIOS

A Indústria 4.0 nos mostra que é um grande erro pensar que a tecnologia já evoluiu ao nível máximo na indústria. Leia mais...

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4- DIFICULDADE DA MÃO DE OBRA QUALIFICADA

Indústria 4.0 deve atingir 21,8% das empresas brasileiras em uma década. Esse é um desafio que pode levar os empreendedores a investir mais na qualificação dos profissionais em destaque nas indústrias. Leia mais...

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5- FALTA DE POLÍTICA NACIONAL. VAMOS AOS NÚMEROS

A meta do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços é que 15% das empresas brasileiras possam ser conceituadas como Indústria 4.0 em até oito anos.  Leia mais...

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3- O conhecimento por parte dos empresários.

Partindo do ponto de vista de que o avanço da tecnologia é inevitável e, por isso, não deveria ser encarado como uma coisa ruim.

Em vez disso, devemos buscar compreender o momento e, a partir daí, melhor aproveitar os impactos positivos e minimizar os negativos.

Esse conhecimento é importante principalmente para gestores e empreendedores.

Afinal, na maioria das vezes, eles são os responsáveis por implementar as novidades na prática. Seja na sua linha de produção, nos processos internos de sua empresa ou nos produtos e serviços que comercializa.

A partir de agora, você vai ver:

O que é a Indústria 4.0
A Quarta Revolução Industrial
Princípios da Indústria 4.0
Pilares da Indústria 4.0
Impactos Positivos da Indústria 4.0
Impactos Negativos da Indústria 4.0
O mercado de trabalho na era da Indústria 4.0
Principais desafios da Indústria 4.0
As mudanças nas empresas (transformação digital)
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4- A dificuldade da mão de obra qualificada.

A indústria 4.0 é também conhecida como a quarta revolução industrial.

Entre os desafios para alcançar essa expectativa expressa pelos empresários, de acordo com Paulo Mól, superintendente nacional do IEL, destaca-se a questão da mão de obra qualificada. “Quando eu falo que o Brasil deve passar por uma transformação industrial muito forte, como os dados estão mostrando, isso vai reequerer um país muito apto para ser parceiro nessas transformações”, disse o superintendente. Ele lembra a necessidade de parcerias com universidades e de políticas públicas de incentivo à indústria. 

A digitalização do processo produtivo industrial deve atingir 21,8% das empresas brasileiras em uma década, mostra pesquisa, divulgada hoje (12) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Atualmente, o percentual é de 1,6%.

A sondagem, que faz parte do Projeto Indústria 2027, avalia a expectativa de 759 grandes e médias indústrias brasileiras e multinacionais em relação à adoção de tecnologias 4.0. O projeto é uma iniciativa da CNI e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Para a CNI, a atualização da mão de obra será um desafio.

Os números referem-se ao nível mais elevado de conexão da produção – Geração 4 –, com “tecnologias da informação e comunicação (TIC) integradas, fábricas conectadas e processos inteligentes, com capacidade de subsidiar gestores com informações para tomada de decisão”.

A pesquisa estabeleceu classificações de quatro gerações de tecnologias digitais para o desenvolvimento da sondagem. O primeiro nível refere-se a produção pontual de TICs, a segunda geração envolve automação flexível com o uso de TICs sem integração ou parcialmente integradas e a terceira consiste no uso de tecnologias integradas e conectadas em todas as áreas.

“Passaremos os próximos dez anos em um processo de transformação industrial muito intenso, com as empresas, de fato, buscando trazer essa tecnologia disruptiva e implementando essas práticas dentro do seu modo de produção”, avaliou Mól. Ele avalia que essas transformações tecnológicas servirão para aumentar a produtividade, reduzindo o custo de produção e tornando as empresas brasileiras mais competitivas.

De acordo com os pesquisadores, a indústria 4.0 é também conhecida como a quarta revolução industrial. “[Ela] resulta do uso integrado de tecnologias avançadas da automação, do controle e da tecnologia da inovação em processos de manufatura”. Tais mudanças envolvem questões como o uso de robótica, de novos materiais, de biotecnologia, de armazenamento de energia, big data, entre outros.

A expectativa dos empresários é de que os estágios 3 e 4 de uso de tecnologia avancem na próxima década. O nível 3 passará de 20,5% para 36,9%. Os demais níveis recuariam, abrindo espaço para empresas mais conectadas. Atualmente, o estudo indica que 77,8% das empresas brasileiras ainda estão nas gerações tecnológicas 1 e 2. O maior percentual, em dez anos, estaria concentrado nos níveis 3 e 4, com 58,7% das indústrias.

A pesquisa avaliou ainda como as tecnologias 4.0 influenciarão as áreas de relacionamento com fornecedores, desenvolvimento de produto, gestão da produção, relacionamento com clientes e gestão de negócios. No relacionamento com fornecedores, por exemplo, 77,3% dos entrevistados disseram que a probabilidade é alta ou muito alta de as tecnologias digitais serem dominantes nessa relação.

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5-Falta de política nacional.

E é exatamente para estimular a quarta revolução industrial no Brasil que o governo federal lançou, no primeiro semestre, um pacote de incentivos à modernização do parque fabril nacional no montante de R$ 8,6 bilhões. De acordo com o ministro Marcos Jorge, este tipo de incentivo, que vai financiar o investimento de empresas em tecnologia, já é utilizado em países como Alemanha, Estados Unidos, China e Portugal.

O conceito de Indústria 4.0 envolve diversas tecnologias, como inteligência artificial e internet das coisas, e pressupõe a automação das plantas industriais através de sistemas totalmente integrados, o que aumenta a eficiência da produção e diminui falhas, além de economizar recursos e reduzir custos. A Alemanha, citada pelo ministro, já tem bons exemplos de Indústria 4.0, como o estádio que recebeu a final da Copa do Mundo de 2006, que é totalmente operado por apenas dois funcionários.

Não se trata de uma façanha, mas de tecnologia de ponta: o estádio Olympiastadion, em Berlim, com capacidade para mais de 74 mil espectadores, tem todos os seus sistemas, como iluminação, ar condicionado, abertura e fechamento de portões, entre outros, automatizados e integrados. No Brasil, projetos de grande escala para automação e entendimento dos dados para a indústria estão começando a chegar com força. A Stone Age (www.stoneage.com.br), especialista em soluções de negócios com tecnologia de ponta, acaba de atuar em um projeto para uma grande indústria do setor petroquímico.

Ao longo dos últimos anos, os equipamentos industriais foram ganhando sensores que geram uma quantidade significativa de dados sobre sua utilização, como temperatura de operação, consumo de energia, trepidação, entre diversas outras informações. Porém, esses dados eram vistos de forma pontual, permitindo fazer apenas algumas correlações. A Stone Age utilizou algumas das mais robustas ferramentas de Big Data e técnicas de modelagem para criar um sistema que pudesse armazenar e prover acesso a todos estes dados, possibilitando o cruzamento de informações para detectar milhares de correlações entre diversas variáveis.

“A solução entregue consegue analisar os dados de todo o processo, ao longo da linha do tempo disponibilizada, avaliando cada equipamento de acordo com suas principais características. Dessa forma, pudemos descobrir, por exemplo, que um determinado comportamento de um equipamento hoje, pode indicar a propensão a uma falha daqui a cinco meses, por exemplo”, explica Fernando Guimarães, sócio diretor da Stone Age.

Em três meses, a Stone Age construiu cinco modelos preditivos, ou seja, funções que correlacionam causas e efeitos, de dois equipamentos distintos. O objetivo é prever falhas no processo de produção, possibilitando a manutenção preditiva das máquinas. “Em vez de parar os equipamentos em períodos programados para revisar seus componentes, será possível acompanhar seu uso e prever quando exatamente será necessário realizar uma parada para manutenção”, afirma Fernando Guimarães.

Os resultados superaram as expectativas, pois além de provar que é possível realizar manutenções de forma mais eficiente, o ambiente criado ainda gera relatórios muito mais completos sobre o processo industrial, em painéis e interfaces simples, que oferecem um amplo embasamento para a tomada de decisões estratégicas. “Fazer a manutenção apenas quando é realmente necessário reduz drasticamente o período em que um equipamento – ou mesmo a planta inteira – fica indisponível, gerando uma economia que pode chegar a milhões de dólares por ano em cada fábrica. Assim, as taxas de eficiência operacional podem aumentar muito”, antecipa Fernando Guimarães.

Em um segundo momento, outro ponto a ser desenvolvido será a criação de modelos prescritivos, que atuam após a predição da falha e são capazes de indicar a solução adequada para modos de falha previamente mapeados. O próximo passo será adicionar novos equipamentos ao ambiente, abrangendo a planta inteira. Depois disso, será possível implantar a metodologia em todos os parques fabris desta indústria do setor petroquímico.

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